Mostrando postagens com marcador abrir o peito. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador abrir o peito. Mostrar todas as postagens

02 agosto 2011

A Mercê



Sabe quando a gente acorda
com o peito apertado,
um travo na garganta
que não deixa passar da boca
o gosto amargo?

Tudo se desequilibra
e eu não consigo fazer
com que minha vida se harmonize
depois que perdi você de vez.

De dia finjo estar
nem um pouco interessado
mas à noite me revelo
e deixo o meu pranto ser
no travesseiro abafado.

E me surgem mil perguntas
que não consigo entender.
Reconheço a minha culpa
e o jeito agora é viver à mercê.

Por fora tento não demonstrar a dor
mas por dentro
não há como juntar os pedaços.

Tudo se desequilibra
e eu não consigo fazer
com que minha vida se harmonize
depois que perdi você de vez.


E me surgem mil perguntas
que não consigo entender.
Reconheço a minha culpa
e o jeito agora é viver à mercê.

19 abril 2008

Idas e Vindas


Sente no ar
que vai que vem
um suspiro tristonho
de alguém.

Olha pro mar
que vai que vem;
de idas e vindas
ninguém vive sem.

Choro por amar
se vai, se vem
mas dor e tristeza
é preciso também.

Me deixa cantar
e vai e vem;
abro o meu peito
e mostro o que tem.

E vai e vem;
a minha tristeza
é igual a de quem?!.

O quanto vai durar
esse vai e vem?
O tempo desgasta
sem poupar ninguém.

Como advinhar
quem é que vai, que vem?
Se idas e vindas
todo mundo tem.

Por que tanto falar
de vai e vem?
Se nem só as palavras
respondem também.

Me deixa cantar
e vai e vem;
abro o meu peito
e mostro o que tem.

E vai e vem;
A minha tristeza
é igual a de quem?!.